M. S.T.
Nunca vi alguém defender o MST na imprensa nacional. De todas as acusações que lhe fazem, a de que grande numero de seus integrantes não é do campo ou não conhece sequer uma enchada, é a menos válida. O que se faria se houvesse dois Movimentos, um dos do campo e outro dos da cidade? Ou, se temos uma solução para acabar com os miseráveis da cidade, por que não o fazemos com os do campo? Mesmo assim, também não vou defende-lo. Tantos são os desmandos cometidos pelos seus integrantes que ninguém de sã consciência poderá defende-lo. Mas seu criador, que não sei quem seja, merece, no meu entendimento, um prêmio, talvez o Nobel. Ironicamente o da Paz. Basta que pensemos na totalidade de seus integrantes, ao invés de estarem reunidos em um acampamento sob lonas pretas, estivessem disseminados pelas cidades (tanto do interior quanto das capitais), embaixo das pontes e marquises, nos desvãos das paredes, nos bancos e recantos das praças, etc., para que entremos em pânico , pois os que já vivem assim, atualmente, nos apavoram. Não precisariam fazer nenhuma das agressões que fazem ao bem público ou privado para que ficássemos aterrorizados. Então a pessoa que “bolou” esse movimento em que se consegue, na maior parte do tempo, manter esse enorme contingente de pessoas ao redor do fogo, da pinga ou do carteado, de certa forma monitorado, permitindo as autoridades um certo alivio a custa de umas miseras cestas básicas e alguns outros pequenos favores, merece certamente um grande prêmio. O custo de sua manutenção, que todos reclamam que é pago pelo povo, o é da mesma forma que são o Legislativo, o Executivo, o Judiciário, o funcionalismo público civil e militar, ou seja, a custa da CPMF, do IPI, do ICMS e de todos os demais impostos e taxas que sobrecarregam os contribuintes compulsórios. De que outra forma o seria?
Benhur Oliveira Branco
Nunca vi alguém defender o MST na imprensa nacional. De todas as acusações que lhe fazem, a de que grande numero de seus integrantes não é do campo ou não conhece sequer uma enchada, é a menos válida. O que se faria se houvesse dois Movimentos, um dos do campo e outro dos da cidade? Ou, se temos uma solução para acabar com os miseráveis da cidade, por que não o fazemos com os do campo? Mesmo assim, também não vou defende-lo. Tantos são os desmandos cometidos pelos seus integrantes que ninguém de sã consciência poderá defende-lo. Mas seu criador, que não sei quem seja, merece, no meu entendimento, um prêmio, talvez o Nobel. Ironicamente o da Paz. Basta que pensemos na totalidade de seus integrantes, ao invés de estarem reunidos em um acampamento sob lonas pretas, estivessem disseminados pelas cidades (tanto do interior quanto das capitais), embaixo das pontes e marquises, nos desvãos das paredes, nos bancos e recantos das praças, etc., para que entremos em pânico , pois os que já vivem assim, atualmente, nos apavoram. Não precisariam fazer nenhuma das agressões que fazem ao bem público ou privado para que ficássemos aterrorizados. Então a pessoa que “bolou” esse movimento em que se consegue, na maior parte do tempo, manter esse enorme contingente de pessoas ao redor do fogo, da pinga ou do carteado, de certa forma monitorado, permitindo as autoridades um certo alivio a custa de umas miseras cestas básicas e alguns outros pequenos favores, merece certamente um grande prêmio. O custo de sua manutenção, que todos reclamam que é pago pelo povo, o é da mesma forma que são o Legislativo, o Executivo, o Judiciário, o funcionalismo público civil e militar, ou seja, a custa da CPMF, do IPI, do ICMS e de todos os demais impostos e taxas que sobrecarregam os contribuintes compulsórios. De que outra forma o seria?
Benhur Oliveira Branco
