quarta-feira, 9 de maio de 2007

Pablo Neruda

Dois...
Apenas dois.
Dois seres...
Dois objetos patéticos.
Cursos paralelos
Frente a frente...
...Sempre...
...A se olharem...
Pensar talvez:
"Paralelos que se encontram no infinito..."
No entanto sós por enquanto.
Eternamente dois apenas.
Pablo Neruda

Poema

EU TE AMO INFINITAMENTE
A tarde cai amena e com ela o corpo moído, sofrido...
o peito sangra de saudades imensas.

As horas passam lentamente,
a noite cai serenamente,
as estrelas embalam o sono
a noite testemunha meu sonho.

Um sonho lindo de paz e de calma,
de ter a alegria de vê-la,
olhar esses olhos azuis penetrantes,
que me desnudam a alma.

Uma esperança nasce no peito.
No coração sinto um alento,
sinto seu corpo junto ao meu
num doce e frêmito desejo.

Desejo de ter você, de ver você,
de abraçar, sentir você me acariciar.
na boca, um gosto de volúpia cresce
e faz a vida em meu ser brotar!

Eu sinto você aqui, tão perto,
mas quando vou lhe tocar
tudo desaparece...
era apenas sonho...
um sonho tão real...
difícil imaginar!

E do sonho resta uma grande
saudade e a vontade de te ver
seu rosto beijar e acariciar...
no seu corpo saciar meu desejo
esse grande desejo de você.
mas resta comigo a certeza
de que a amarei sempre,
eternamente...
Indefinidamente!....

Poema I

Queria eu poder esquecer a ti
Impossível, mulher nenhuma se iguala a ti
Mesmo tu não me querendo
Não sei ir vivendo
Preciso de ti
A vida não tem o mesmo sabor sem ti
Vou levando
Tua falta me faz viver sonhando
Te desejo
Quero o teu beijo
Quero o teu amor
Sem dor
Quero a vida
que contigo foi linda
Quero que tu voltes a me amar
Pois sem você não sei sonhar
Sem a alegria que tu me dá
Meu coração vai parar
Te AMO minha vida
Pois tu és a minha sina.

M.B.

Poema II - para utilizar no celular

Meus olhos ardem
Ardem por causa
Da falta da tua imagem
Meu coração bate fraco
Tenho medo de me tornar um chato
Quero ser teu de fato.

M.B.